
Campanha serve de estímulo para microempresas aderirem uso de sacolas retornáveis
08/02/10 a 12/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Educação Empreendedora
João Pessoa-PB
08/02/10 a 12/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Educação Empreendedora
João Pessoa-PB
22/02/10 a 26/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Educação Empreendedora
João Pessoa -PB
22/02/10 a 26/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Educação Empreendedora
João Pessoa-PB
22/02/10 a 26/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Educação Emprendedora
João Pessoa -PB
22/02/10 a 26/02/10
Realização: Sebrae Paraíba
Local:Gestão da Qualidade
João Pessoa-PB
O comércio varejista e os consumidores paraibanos terão mais um incentivo para contribuir de forma prática para preservar o meio ambiente ao optarem pelas sacolas retornáveis feitas de algodão, em substituição às de plástico, para embalar as compras.
A iniciativa faz parte da campanha de responsabilidade ambiental "Planeta Feliz", lançada pelo Sebrae Paraíba nesta terça-feira, dia 21, às 18h, durante a realização da Convenção Paraibana de Supermercados, a Consuper 2008, no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa.
Além do viés ecológico, por ser 100% de algodão, as sacolas retornáveis ganharam estampas de cinco artistas plásticos e de um fotógrafo paraibanos. As obras de artes de Tito Lobo, Clóvis Júnior, Jonas Lourenço, Jô Cortes, Margarete Aurélio e do fotógrafo Cácio Murilo foram doadas e estampadas nas sacolas ecológicas que combinam arte e consciência ecológica.
Luciana Brito

As sacolas retornáveis vem em seis estampas diferentes
"A intenção do Sebrae é não somente estimular o uso das sacolas que não agridem o meio ambiente, como também promover a cadeia produtiva de quem produz o algodão, quem confecciona as sacolas e quem vende e compra, além da divulgação do trabalho de nossos artistas paraibanos. Com essa atitude, todos saem ganhando, principalmente o meio ambiente", afirmou o diretor técnico do Sebrae Paraíba, Pedro Aurélio Mendes Brito, lembrando que as sacolas plásticas demoram cerca de 500 anos para se desintegrar na natureza.
Para o lançamento, o Sebrae pretende chamar a atenção dos pequenos empresários do setor varejista para o uso de sacolas alternativas, já que em João Pessoa foi recentemente aprovada uma lei municipal que obriga a substituição de sacolas plásticas por outras de materiais biodegradáveis. Além de João Pessoa, Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Distrito Federal já editaram leis semelhantes.
Durante a Consuper, o Sebrae está vendendo cada sacola ao custo de R$ 10,00 e orientando as empresas interessadas em aderir à campanha a adquirirem novas remessas para atender a demanda do seu negócio. Além das sacolas, o Sebrae apresenta em seu estande institucional um mercado modelo, com mostras de produtos feitos por empreendedores rurais, além de serviços de tecnologia da informação voltados à automação comercial das empresas.
Luciana Brito

O palestrante Alessandro Sanches falou sobre Gestão e Política Ambiental para o público presente
Palestra - No lançamento, o consultor em Política e Gestão Ambiental da UNICAMP, Alessandro Sanches, realizou uma palestra sobre desenvolvimento sustentável e o uso dos resíduos sólidos. Segundo ele, João Pessoa está na vanguarda das cidades preocupadas em reduzir o impacto de resíduos sólidos na natureza.
"Mas todos nós temos que assumir nossa responsabilidade pós-consumo. E a consciência ambiental parte não somente de quem compra, mas principalmente de quem vende, passando pela necessidade de reutilizar ou eliminar de maneira adequada tudo que produzimos", apontou.
Marketing social- Os benefícios para micro e pequenas empresas que aderirem à campanha não ficam restritos à questão da preservação ambiental, mas também traz reflexos no lado econômico e no marketing social, passando não apenas uma imagem positiva aos consumidores, mas mostrando atitudes que contribuem na prática para o combate à degradação do meio ambiente.
Para se ter uma idéia do dano causado ao meio ambiente por essas embalagens descartáveis, as sacolas plásticas podem demorar até 500 anos para sumirem da natureza, contaminando rios e oceanos, matando animais quando da sua ingestão, por confundirem a sacola com alimento.
De acordo com a Fundação Verde (Funverde), ao utilizar uma sacola retornável, o consumidor deixa de utilizar aproximadamente 500 sacolas por ano e neutraliza as emissões de carbono, um dos gases do efeito estufa, que vem afetando o aquecimento global.